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Diretório de Advogados
Professor
Paulo Veiga
Cachoeirinha (RS)
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Paulo Veiga
Comentário ·
há 6 anos
A lógica no documentário A Destruição da América
Sérgio Henrique da Silva Pereira
·
há 8 anos
Parabéns! Muito bem exposto.
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Diário de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul
Diário ·
há 9 anos
Andamento do Processo n. 9035211-86.2017.8.21.0001 - 31/08/2017 do TJRS
9035211-86.2017.8.21.0001(CNJ) - PAULO EROIR BORGES VEIGA (DANIEL FERNANDO NARDAO 46277/ RS) X ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, IPERGS -INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL (SEM...
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Cristina Maria Machado Maia
Comentário ·
há 9 anos
Bebê terá documento sem identificação de sexo para 'decidir gênero quando crescer'
Carlos Eduardo Sobral Nogueira
·
há 9 anos
Aprendendo um pouquinho. A terra é redonda mas já foi "quadrada".
Temos identidade biológica- genital externo feminino ou masculino- , temos identidade de gênero- neurológicamente feminino ou masculino-, temos identidade sexual- atração sexual de caráter neurohormonal. Assim todos estes comentários possuem apenas conteúdo moral, desprovidos de conteúdo científico, de pesquisas nos campos da neurociência e em estudos epidemiológicos.
Para os interessados uma fração pequenina de estudos no tema e sempre lembrando que a tolerância e o bem querer aos outros faz parte dos avanços da civilização.
No que diz respeito à epidemiologia, embora seja difícil avaliar o tamanho exato da população transgênera no Reino Unido, pesquisas populacionais sugerem uma prevalência entre 0,2 e 0,6% em adultos, com taxas de referências para clínicas de identidade de gênero no Reino Unido aumentando anualmente.
http://journals.sagepub.com/doi/10.1177/0141076817696054
A Classificação Internacional de Doenças, 10a
edição
(CID-10), elaborada pela Organização Mundial de Saúde
(OMS), inclui, na seção Transtornos de Identidade Sexual, o
transexualismo, o travestismo de duplo papel ou bivalente e
o transtorno de identidade sexual na infância. O transexualismo
é definido como desejo de viver e ser aceito como pessoa
do sexo oposto ao do nascimento, acompanhado pelo sentimento
de mal-estar em relação ao próprio sexo anatômico e
pela vontade de submeter-se à cirurgia genital, denominada
cirurgia de redesignação sexual, e ao tratamento hormonal, afim de tornar o corpo tão conforme quanto possível ao sexo
desejado. O travestismo de duplo papel ou bivalente caracteriza-se
pelo uso de vestimentas do sexo oposto durante parte
da existência, de modo a satisfazer a experiência temporária
de pertencer ao outro sexo, mas sem o intuito de mudança cirúrgica
do sexo de nascimento. Não há excitação sexual nessa
experiência. O transtorno de identidade sexual na infância
se caracteriza pelo sofrimento persistente e pelo repúdio ao
sexo de nascimento.1
O Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais, 5a
edição, da Associação Psiquiátrica Americana (APA), esclarece que indivíduo
transexual é quem não se identifica com o seu sexo de nascimento e que procura adequar, ou passou por uma adequação para o gênero
com o qual se identifica, o que, em vários, mas não em todos os casos, envolve transição somática por tratamento hormonal e cirurgia genital
(cirurgia de redesignação sexual). Por sua vez, a classificação diagnóstica disforia de gênero refere-se à incongruência entre o sexo de
nascimento e como ele é percebido e manifestado no comportamento do indivíduo, o que vem acompanhado por sofrimento. Embora nem
todos os indivíduos venham a sentir desconforto com o resultado de tal incongruência, muitos sentirão, se não estiverem disponíveis as
intervenções desejadas sobre o físico, por meio de hormônios e/ou cirurgias. Estudos demonstram associação entre transtornos ansiosos
e afetivos com a disforia de gênero em indivíduos transexuais adultos; assim como maior frequência de ideação e/ou tentativas de suicídio
ao longo da vida. Não há estudo epidemiológico sobre a prevalência da transexualidade que tenha sido conduzido no Brasil, entretanto
são estimados em torno de 1:100.000 a 1:2.900 em estudos europeus e asiáticos. Verificou-se, em um estudo de metanálise recentemente
publicado, que tem havido aumento da prevalência de indivíduos transexuais com disforia de gênero ao longo do tempo. A prevalência
global verificada neste estudo é de 4,6 em 100.000 mil pessoas.
http://docs.bvsalud.org/biblioref/2017/03/832448/rdt_v22n1_45-48.pdf
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Ana Costa
Comentário ·
há 9 anos
Bebê terá documento sem identificação de sexo para 'decidir gênero quando crescer'
Carlos Eduardo Sobral Nogueira
·
há 9 anos
Que horror! A reivindicação é bizarra, uma vez que o que se tenta definir ao nascimento (nem sempre é possível) é o sexo biológico e não o gênero, ou, muito menos, a orientação sexual, Tudo isso só será possível saber mais tarde. Poderia até fazer algum sentido (simbólico) não definir o sexo na certidão de nascimento, mas no cartão de saúde é ridículo, uma vez que os padrões de desenvolvimento e crescimento das crianças diferem de um sexo para outro, há tabelas específicas para meninas e outras para meninos.
Agora, há comentários mais bizarros ainda que a reivindicação dessa mãe. O que tem o comunismo com isso? Como alguém vai verificar se a criança tem ou não próstata? Desde quando é a próstata, por si só, que define o sexo de alguém?
Que pântano!
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